quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Início das atividades legislativas em Orós


Chegando em Orós, numa esquina da Av. Gabriel Bezerra topei com Irineuda. Contente em encontrar a Vereadora mais votada no município indaguei como estava a vereança. O que estava achando do trabalho legislativo, quais as expectativas etc. Já passei por isso e lembro bem minha euforia daquela época...

Qual não foi minha surpresa ao ser interrompida:

“O clima não é dos melhores. Inclusive tem determinado vereador da situação que diz que temos que pagar tudo o que você fez com ele. Ele pede para parar as conversas quando um de nós da oposição chega e diz abertamente que não devemos ter boas condições de trabalho.”

Por um momento tive vontade de rir, mas notei que ela falava serio.

Parecia um flash back de minhas aulas de Psicologia quando estudava que pessoas com graves distúrbios emocionais ficam trocando o alvo de sua raiva por medo, covardia, infantilismo.

Por exemplo, um homem recebe um baita carão do chefe e fica calado. Chegando em casa, engole esposa, filhos e quem tiver pela frente.

Pois é, infelizmente, parece que essa doença chegou à Camara de Vereadores em Orós.

Para evitar danos emocionais maiores, resolvi fazer uma proposta:

“Caro Vereador tão magoado com a minha pessoa, caso tenha algo a me dizer marque hora e local e resolva comigo. Que feio está dando desculpas esfarrapadas como essa para perseguir opositores. Assuma o que faz, suas intenções e consequências. E lembre-se: estarei sempre disposta a conversar no cara a cara. Idiota.”
 
Tava aqui fazendo umas coisas e lembrei dele.
Uma boa semana a todos!

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